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quarta-feira, junho 19, 2013
domingo, junho 16, 2013
Praga: Nové Mesto - a Cidade Nova
Nem só de belos edifícios e monumentos históricos vive Praga. A cidade conta com a chamada Nové Mesto, ou Cidade Nova, que na verdade, se mistura um pouco à cidade velha. O ponto central desta área é a Wenceslau Square, que na verdade, não é uma praça e sim, uma larga avenida com lojas, barzinhos e restaurantes de um lado e de outro.
Numa das suas travessas está um calçadão peatonal repleto de lojas fast fashions europeias, como Zara, Mango e H&M.
É também na Wenceslau Square que se encontra uma tradicional feira de comidas, que comentei neste post aqui.
Na parte superior da Wenceslau Square está o edifício do Museu Nacional e em frente a este, uma estátua de São Wenceslau.
Saindo destra área e já caminhando pelas margens do Rio Vltava, chegamos a um ícone da arquitetura moderna de Praga: a Casa Dançante, na esquina da rua Resslova.
Na mesma margem é possível avistar a Torre de Petrin, que dizem ser a maior furada e não valer a pena a subida! Por ali também está a Ópera de Praga, um belo edifício em tons de amarelo. Pena que a luz não ajudou muito nas fotos!
E pra terminar este post e todos os posts da viagem a Praga, mais uma bela foto tirada das margens do Vtlava, com o Castelo ao fundo e suas belas pontes! Amamos Praga e espero um dia voltar nesta cidade maravilhosa, romântica e animada!
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sábado, junho 15, 2013
Budapeste, entendo um pouco a cidade!
| Rio Danúbio cortado pela bela Ponte das Correntes e o Castelo de Buda ao fundo |
Budapeste...o que mais falar desta cidade que ainda não foi dito?! Linda, histórica, romântica....estes são alguns de seus doces adjetivos. Olhando hoje, não parece que foi tão bombardeada durante a II Guerra Mundial.
Para começar, a cidade é cortada pelo Rio Danúbio (que diga-se de passagem, não é azul), que a divide em duas áreas: Buda, área mais histórica, é o centro antigo e onde estão as principais atrações; e Peste, mais moderna, mais agitada, com avenidas largas e edifícios bem mais recentes. E por causa de todos estes atributos de Peste, aqui é a melhor área para se hospedar, pois além de mais opções, o viajante estará mais perto de bons restaurantes e ruas de comércio diversas.
| Ponte das Correntes, sobre o Rio Danúbio, dividindo a cidade em Buda e Peste |
E ainda falando de hospedagem, quanto mais perto da Váci utca, a principal rua de comércio da cidade, melhor, mas isto não é regra, pois se acham bons hotéis nas imediações sem estar no centro do agito. Nas imediações do Parlamento, estão os hotéis mais refinados.
| Váci utca, rua de comércio de Budapeste |
As principais atrações de Budapeste, são, sem dúvida, a Chain Bridge (Ponte das Correntes), o Castelo de Buda e o Parlamento Húngaro.
| Ponte das Correntes à noite |
Nós chegamos na cidade de trem, à noite, e descemos na Keleti Pályaudvar (East Station), vindos de Bratislava. Como a moeda aqui é o Florim (HUF), trocamos um pouco de euros para podermos pagar pelo ticket de metrô na estação Keleti pu, que por sinal, não fica dentro da estação de trem e sim, ao lado. É preciso subir toda uma escadaria com aquelas malas e depois descer de novo. Geralmente, pra ajudar o marido, finjo estar sozinha e espero um bom cidadão oferecer ajuda com a minha bagagem. Acho que depois eles se arrependem com tamanho peso hahaha.
Nós fomos embora de avião e depois vou explicar como ir pro aeroporto de transporte público! Super fácil!
| East Station, Budapeste |
Bem, descemos na estação Astoria, que era a mais próxima do nosso hotel, o Mercure Museum, no lado Peste, claro. A escolha do hotel foi pelo custo x benefício. Em geral, os preços de hotéis em Budapeste não são tão abusivos como em Praga e Viena, por exemplo. O hotel ficava numa rua vazia, mas há uma quadra de um cruzamento de duas grandes avenidas, repletas de cafés, mercados, alguns restaurantes e muitos fast-foods. Ficava praticamente do lado da Grande Sinagoga, com sua arquitetura ímpar.
O metrô em Budapeste é super fácil de andar. São apenas 3 linhas: verde, vermelha e amarela e ela cobre praticamente tudo que se precisa ver. E ainda tem os ônibus e bondes. Compensa comprar os bilhetes de 24 horas. Nem todos são tão novinhos, mas até que são simpáticos.
| Vagão retrô do metrô |
Passei 2 perrengues apenas no metrô: um no primeiro dia, porque a máquina não aceitava notas e tive que sair pedindo todos os comércios pra trocar por moedas. Nem todos tinham. Isso me atrasou e fiquei super estressada porque os guardinhas nada faziam pra ajudar. Pelo que entendi, as máquinas só aceitam moedas mesmo. Depois aconteceu algo hilário e ao mesmo tempo irritante. Tínhamos o ticket de 24 horas e apresentei o meu pra um dos guardinhas que ficam na entrada da escada nas estações e já logo entrei na escada rolante pra descer. O guardinha que checou o do Alê o parou e não o deixou passar. Como a comunicação entre eles era impossível, eu tive que descer a escada rolante imensa (eu juro, a escada rolante deles deve ter mais de um quilômetro de tão grande e tão lenta) e subir tudo de novo. Eis que quando começo a subir, surge o Alessandro lá em cima, descendo as escadas. Foi um jogo de gato e rato. Eu subindo, ele descendo...Até tirei uma foto (péssima, por sinal).
Pois bem, cheguei lá em cima e fui descer de novo e, pra minha surpresa, o guarda me barrou e disse que meu ticket não era válido. Acontece que ele nem olhou direito meu bilhete e o carimbo de validação tava tão fraco, que nem eu mesma conseguia enxergar direito. Tentei explicar e mostrar pra ele que estava válido, que eu tinha acabado de descer e subir porque eles reteram meu marido, etc, etc, mas não tinha jeito. Ele mandava eu sair e comprar outro bilhete. Bem, apelei pra mostrar pro colega dele ao lado e explicar a situação. Ele olhou e mandou eu seguir. Hahaha Bem feito pro outro! Ficou com cara de tacho! Minha vontade era olhar pra ele e fazer a maior língua rsrs, mas como sou uma moça fina e educada, nem olhei pra trás. Coisas assim acontecem e deixam a viagem mais divertida, depois que passa, claro :)
A língua oficial é o húngaro, falado por 95% da população, que gira em torno de quase 2 milhões de habitantes. Alimentação e bebida são, em geral, mais baratas que em outras cidades europeias, mesmo assim, caímos num golpe num lugar que almoçamos que contarei nos próximos posts! Os artesanatos também tem bons preços, tanto no Mercado Central quanto no Mercado de Buda. Basta pechinchar que sempre tem um descontinho.
| artesanatos típicos húngaros |
Curiosos pra saber mais? Então aguardem os próximos posts sobre Buda e Peste, se não eu acabo contando tudo aqui! Até lá!
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Praga: Malá Strana e Hradcany, o Distrito do Castelo
O bairro de Malá Strana, também conhecido como Cidade Baixa, é um bairro pequeno que fica às margens do Vltava, no lado oposto à Cidade Velha. Por aqui, algumas ruazinhas pitorescas com casas antigas, em estilo barroco.
Após atravessarmos a Porta da Ponte da Cidade Pequena, logo chegamos numa pequena praça de onde parte o bonde 22 para o Hradcany, o Distrito do Castelo.
Compramos nosso ticket, que nos dava direito a andar de transporte público por 1 dia na cidade. Não que fosse preciso, mas preferimos pagar um pouco mais e ir e vir à vontade, caso precisássemos. Nós fomos direto pra Hradcany e somente na volta percorremos Malá Strana. Tenho que contar que peguei o bonde na direção errada e acabei voltando pra Cidade Velha rsrsrs. Desci na primeira parada e peguei o bonde de novo, para o sentido certo, desta vez! Sou mestre pra pegar o trem errado, sô!
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| Foto: Cláudia Liechavicius - www.viajarpelomundo.com |
Mas chegando lá em cima, avistamos um belo parque, com o chão coberto de gelo. Não resisti e fui lá para bater algumas fotos.
De repente, eis que ele, o Castelo de Praga (Prazský hrad), surge na paisagem, belo e imponente, ainda com resquícios da neve que caíra na noite anterior.
O Castelo de Pragas é a sede oficial da Presidência da República Tcheca e na verdade, é mais que um castelo; representa um verdadeiro complexo com igrejas, museus, jardins, pátios, portões, bela vista, casas e até guardinhas!
| Troca da Guarda no Castelo de Praga |
O ponto central é a Catedral de São Vito, com sua bela fachada em estilo gótico, seus belos portões e vitrais coloridos, riquíssima em detalhes.
A Catedral é do ano de 1344, mas demorou séculos para terminar. É uma das mais belas da cidade e nela estão guardadas as jóias da coroa, que podem ser visitadas 1 vez por ano.
Pátios enormes compõem a estrutura do Castelo e por meio deles acessamos vários outros pontos, como a Ruela do Ouro e a Porta dos Gigantes, onde temos uma das mais belas vistas da cidade.
A Ruela do Ouro é um conglomerado de casinhas pequenas e coloridas, situadas numa estreita rua de pedras. Estas casinhas serviram de moradia para trabalhadores, em geral. Na parte superior, há um pequeno museu de armaduras. Para acessar esta parte, é preciso pagar. Ficamos praticamente a manhã toda nesta região da cidade e não consegui ver nem metade do que tinha por ali. É um lugar pra ser explorado quase o dia todo!
| Ruela do Ouro |
Antes de voltarmos pra Malá Strana, fomos presenteados com esta linda vista da cidade, obtida por uma das laterais do complexo do Castelo, chamada Porta dos Gigantes. É simplesmente lindo ver os telhados avermelhados de Praga e suas torres de bronze despontando no horizonte!
Voltamos pra Malá Strana pelo mesmo bonde que subimos, mas é perfeitamente possível descer caminhando. Fomos até a Igreja de São Nicolau, na Praça da Cidade Baixa.
Depois fomos à Igreja Nossa Senhora da Victória, dedicada ao Menino Jesus de Praga. Ali ao lado estão várias esculturas de homens se definhando, em protesto ao comunismo.
No mais, ficamos caminhando pelas ruas tranquilas de Malá Strana, observando a arquitetura dos prédios e seus simpáticos frontões. Almoçamos numa simpática taverna e retornarmos à Cidade Velha.
Malá Strana ainda conta com o Museu Kafka e o John Lennon Wall, que acabamos não conhecendo, mas que a Cláudia, do Viajar pelo Mundo, menciona neste belo post sobre um verão em Praga.
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