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sábado, julho 06, 2013
7 Praias em Destinos Exóticos
Ninguém vai a Dubai pra ir à praia, certo? Errado! Cada vez mais os turistas querem desfrutar de momentos de relaxamento nas águas quentes do Golfo Pérsico. E bota quente nisto. Mas as praias de Dubai têm uma atração à parte: nelas é possível observar os trajes típicos de banho das mulheres locais, sempre muito cobertas, dos pés à cabeça.
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domingo, janeiro 15, 2012
Cruzando Fronteiras: de Sharm el Sheikh a Petra, passando por Israel
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| Golfo de Aqaba e as fronteiras |
Esta parte da viagem foi organizada lá mesmo, afinal não sabíamos muito como iríamos até Petra; se iríamos por nossa conta ou de tour, se sairíamos cedo de Sharm ou de tardinha, se íamos dormir em Eilat, Aqaba ou ir direto a Petra, etc.
A princípio, iríamos reservar um day tour de Sharm a Petra, mas como iríamos até Jerusalém depois, os tours não possibilitavam que nós ficássemos na Jordânia ao final do dia para seguirmos viagem. Por questões burocráticas, tínhamos que ir e voltar com eles, o que atrasaria todo nosso esquema e seria ainda mais cansativo, além de bem mais caro. Então, optamos por ir by ourselves e foi o melhor que poderíamos ter feito!
Compramos passagem de ônibus de Sharm el Sheikh a Taba, última cidade egípicia na fronteira com Israel.
A passagem custou 30 LE (cerca de R$ 10,00) por pessoa. A empresa que faz o trajeto é East Delta. O ônibus sai diariamente às 9:00h e a viagem
até Taba dura cerca de 4 horas horas. Mais informações aqui. O ônibus é meio velhinho, mas pelo menos
tinha ar condicionado! Na rodoviária, só tinha eu e o Alessandro de turistas. O
resto, todos nativos. O difícil era
saber se compramos o destino certo e se entramos no ônibus certo, já que todas
as informações são em árabe.
Durante
a maior parte da viagem, o ônibus vai margeando o mar Vermelho, com montanhas douradas ao redor, com um visual de tirar o fôlego. Como este pedaço é um golfo, chamado Golfo de Aqaba, quase não
há vento, então o mar é tipo piscininha mesmo, sem nenhuma ondinha.
| Montanhas douradas pelo caminho.... |
| Lá do outro lado do mar, a Arábia Saudita!! |
Quando o ônibus chegou em Taba, o motorista perguntou se queríamos que ele nos levasse por 1 USD cada até a fronteira. É claro que quisemos, mas quando fomos ver, o terminal rodoviário era do lado da fronteira e ele não chegou a dar meia dúzia de voltas na roda daquele ônibus! Aff, mais um golpe egípicio! Proporcionalmente, saiu mais caro que o do camelo hahaha! Quando fomos tirar as malas do ônibus, o fundo da mala do Alê tinha rasgado e tivemos que arrastar aquela mala enorme, com o fundo agarrando num chão de asfalto com alto coeficiente de atrito, que fez duplicar o peso da mesma.
Na saída do país, tivemos que comprar 2 selinhos para colar no cartão de saída. Custou 2 LE cada, mas quase não tivemos dinheiro pra pagar o selinho, acredita? Tínhamos gastado todas nossas moedinhas e só tínhamos notas altas de dólares. Saí catando todas as moedas possíveis na bolsa e sobraram míseros centavinhos. De repente, o Alessandro acha um maço de dinheiro no chão, com 60 LE ( cerca de 20 reais) e uma nota de 50 shekels, a moeda israelense, que valia cerca de R$ 25,00. Êba, que sorte! Adoro achar dinheiro na rua kkk .
Passamos pelo controle de passaporte egípicio e depois, entramos na fronteira israelense. Para entrar em Israel, não se paga nada, mas se paga para sair. A entrada estava super vazio e foi bem tranquilo. A atendente nos fez algumas perguntas, como: quantos dias ficaríamos; para onde estávamos indo; se tínhamos reserva em algum hotel; se éramos casados, etc. Sempre com sorriso no rosto e simpatia, sem mexer nas nossas malas.
| Passando no check point!! |
Esperamos pelo ônibus de número 15 , que liga a fronteira ao terminal rodoviário de Eilat (6,40 NIS), e vai fazendo um tour pela cidade. E que gracinha de cidade!
| Esperando o ônibus com este visual aí em baixo |
| Olha a cor desta água! |
| Do outro lado, a Jordânia |
No terminal, tivemos que pegar um táxi para a fronteira com a Jordânia (30 NIS), pois não tem ônibus que faz este trajeto.
E toda a operação se repete, mas desta vez, abriram minha mochila, pois encanaram com um vaso de porcelana lá dentro (acho porque tinha um formato parecido com uma bomba). Abriram minha mala também, por causa de uma bandeja. Antes, tivemos que pagar a taxa de saída de Israel (USD 30 por pessoa). Mas sempre, todos com muita cordialidade e um sorriso nos lábios. Quando viam nossos passaportes brasileiros então, mais simpáticos ficavam.
O turista que entrar na Jordânia pela fronteira de Aqaba não precisa de visto, desde que deixe o país em até 30 dias. De qualquer forma, é bom ler mais a respeito aqui.
| Saindo de Israel, rumo `a Jordânia |
| Quase lá....e a mala estourada kkkk |
| Chegamos!!!! |
Ao saírmos do check point, na cidade de Aqaba, havia uma série de taxistas à espera de turistas para levar a Petra. Já era mais de 4 da tarde. Não tinha mais ônibus para Petra. Ou a gente dormia em Aqaba pra pegar o ônibus no dia seguinte, ou a gente pegava um destes táxis, a preços tabelados, e seguia para Petra direto. Pensamos bem e achamos melhor irmos direto a Petra de táxi (55 JD ou R$ 150,00). Ganharíamos tempo no dia seguinte, já dormindo em Petra, apesar de ser mais caro.
Negócio fechado, cerca de 2 h depois, chegamos no vilarejo de Wadi Musa, cidade onde fica Petra.
No caminho, mais lindas paisagens do deserto de Wadi Rum...
| Wadi Musa |
O taxista nos levou ao Valentine Inn, um hostel bem simples, mas muito agradável. Já tinha lido sobre ele no guia da Lonely Planet. O preço também era bem bom para os padrões jordanianos. O que mais me animou foi a quantidade de turistas do mundo todo que estavam lá. Muitos jovens e até casais mais de idade. Chegamos bem na hora do jantar, onde há um buffet livre por apenas 5 JD por pessoa! Outra vantagem do hostel era o transfer grátis de ida e volta a Petra, que não era longe, mas que dava uma boa caminhada! Decidimos que iríamos ficar ali mesmo. Negociamos com o mesmo motorista a volta, por quase metade do preço da ida.
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sábado, janeiro 14, 2012
Egito: Ras Mohammed Park: um mergulho no Mar Vermelho
Quando eu estava planejando a viagem pro Oriente Médio, uma das coisas que nós tínhamos que fazer, era um mergulho no Mar Vermelho, claro! Para os amantes do fundo do mar, como nós, seria um crime irmos ao Egito, Jordânia e Israel, todos banhados pelo mar Vermelho, sem darmos uma passadinha nele. Mas mergulhos com cilindro requerem ao menos 1 dia inteiro de dedicação, além de ser um pouco cansativo: embarcar, vestir roupa, preparar equipamento, equalizar, tirar roupa, ter dor de cabeça, literalmente (eu sempre tenho), enfim, um monte de etapas que cansam bastante, apesar de serem muito recompensadoras. Por estas e outras, já desde antes de viajarmos, havíamos decidido que conheceríamos o Mar Vermelho, mas faríamos apenas snorkeling.
Na noite anterior ao passeio, fomos à Marina Naama Bay e reservamos nosso tour com a agência Starco Travel. Optamos pelo tour de meio dia, indo de micro ônibus ao parque nacional marinho de Ras Mohammed. Nossa outra opção seria a Tiran Island, já pertencente à Arábia Saudita, mas neste caso, tínhamos que despender o dia todo, assim como se optássemos conhecer Ras Mohammed de barco.
O passeio foi muito legal! Às 8:30 da manhã o pessoal do tour passou no hotel pra nos buscar. Paramos numa agência no centro pra alugar máscaras e nadadeiras e, depois de pararmos mais em um monte de hotéis pra pegar mais turistas (russos, na maioria), seguimos ao parque!
Para acessar o parque, o turista tem que apresentar passporte com visto egípicio.
Na entrada do parque existe um lindo portal que, em árabe, significa Alah!
No tour, fomos em 2 pontos diferentes para fazermos o snorkeling.
O visual do fundo do mar é sen-sa-cio-nal!! Como eu não tenho câmera à prova d'água ainda, tirei esta foto aí de baixo da internet, que reproduz fielmente o visual que a gente tem quando mergulha lá. Confesso que nem na Tailândia, ou eu fiz um dos snorkelings mais lindos da minha vida, não tinha tantos peixes diferentes e coloridos. Alguns deles nunca havia visto antes. A infinidade de corais também é enorme! Sem dúvida, uma experiência única!
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| Fundo do Mar Vermelho - foto da internet |
Continuamos o passeio, passamos por um mangue! A turistada russa ficou louca, fotografando os carangueijinhos, enlouquecidamente!
Depois, paramos para ver 2 fendas abertas no solo originada por terremotos na região. A maior delas tem 40 metros de comprimento.
| Fenda aberta por terremoto |
Em seguida, paramos no Magic Lake (Lago Mágico). Segundo o nosso guia, a causa deste lago ser chamado de "mágico" se deve a 2 fatores: um porque, certa vez, um satélite fotografou a região e na imagem, o lago não apareceu. O outro porque há uma lenda que diz que, certa vez, uma mulher que tinha muita dificuldade em engravidar, foi até o lago e fez o pedido. Pouco tempo depois, a mulher apareceu grávida. Bem, se eu ficar grávida antes do esperado, pode ser o efeito das águas do Magic Lake!!!!
| Magic Lake |
| Olha a sunguinha do japinha, nosso companheiro de tour, que meiga! |
Fim de passeio, voltamos a Sharm, tendo como companhia pelo caminho, um caminhão cheio de camelinhos...Fofos, né?!
O resto do nosso dia foi, de novo, na praia do hotel, without compromises!!!
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