Pra
quem está acompanhando os posts da última viagem ao Leste Europeu, que começou
pela Alemanha, deve estar se perguntando se Berlim ia ficar de fora, já que
depois já visitamos a Áustria e a Hungria, mas obviamente que Berlim não iria deixar
de ser visitada, já que simboliza muito na história de cada um de nós, e foi
apenas por questões de logística que ela ficou pra ser visitada mais no final da viagem, logo depois de
Budapeste.
Sinal de trânsito típico de Berlim |
Chegamos
de avião voando Lufthansa, saindo de Budapeste e aterrissando no Aeroporto de Tegel (TXL). Para
vôos internos, sempre pesquiso no Skyscanner.net, que mostra as opções de vôo em companhias low-cost do
mundo todo. No caso de Berlim, deve-se ter atenção ao tipo de aeroporto que o
avião vai pousar, pois existe também um outro aeroporto na região de Berlim, o
de Shonefeld (SXF), que fica bem mais afastado do centro da cidade, logo nem sempre o
preço mais baixo da passagem compensa.
Monumentos importantes de Berlim num dos bueiros da cidade |
Para
nos hospedar, escolhemos o bairro Mitte e aqui sou enfática em dizer que é o
melhor local de Berlim pra se hospedar, já que quase todas as atrações da cidade
ficam aqui e com um pouco de disposição, dá pra fazer todas elas a pé.
Resquícios do muro na Postdamer Platz, no Mitte |
Escolhemos um ótimo hostel: o Cityhostel Berlin, super econômico, com quartos
com banheiro privativo e um excelente café da manhã. Super recomendo! Fica em frente à Estação
de metrô Mohrenstrasse (linha vermelha), porém também dá pra descer na Estação
Stadmitte (linha lilás) e caminhar uns passinhos.
O hostel fica perto da Postdamer Platz, uma das principais praças da cidade, onde localizam-se edifícios modernos e lojas bacanas, como o complexo do Sony Center.
Edifícios da Postdamer Platz |
Sony Center, Postdamer Platz |
O hostel também fica perto do
Quartier 206, um dos shoppings
mais chiques de Berlim, onde se encontra uma filial das Galeries Lafayette, repleta de guloseimas deliciosas. Neste shopping
há uma praça de alimentação também, com várias opções de comidas, além, é claro, das grifes mais badaladas da Europa.
Por incrível
que pareça, foi aqui que fizemos a primeira visita em Berlim, sem querer,
enquanto estávamos reconhecendo o território ao redor do hotel. Não sei por quê, mas as compras me atraem...:)
Quartier 206 - foto viajes.lapipadelindio.com |
Do
Aeroporto ao Mitte:
Quando
chegamos no aeroporto, procuramos pelo guichê da BVG e compramos o ticket de 1
dia (6,5 euros). O ônibus é o TXL, que segue até a Alexander Platz, a principal
praça de Berlim, passando pela Estação Central de Berlim e pela Unter den Linden, a principal avenida da
cidade, considerada a Champs Elysée de Berlim. Na verdade, achei esta rua muito suja e bem longe de ser comparada à rua parisiense. Há uma placa informando os destinos e horários que os ônibus saem. Não tem erro!
Folhas acumuladas na Unter den Linden |
Na Alexanderplatz, pegamos o
metrô até Mohrenstrasse. O trajeto é super rápido e fácil e já da pra irmos
fazendo um tour pela cidade.
Vendedor de salsicha alemã na Alexanderplatz |
Torre de TV na Alexanderplatz |
Fomos fazer reconhecimento do terreno, jantamos no Quartier 206 e fomos dormir, pois estávamos exaustos!
Adoro viajar.
ResponderExcluirMas sempre viajo pela agência www.europaimperial.com.br
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