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sábado, julho 06, 2013
7 Praias em Destinos Exóticos
Ninguém vai a Dubai pra ir à praia, certo? Errado! Cada vez mais os turistas querem desfrutar de momentos de relaxamento nas águas quentes do Golfo Pérsico. E bota quente nisto. Mas as praias de Dubai têm uma atração à parte: nelas é possível observar os trajes típicos de banho das mulheres locais, sempre muito cobertas, dos pés à cabeça.
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segunda-feira, novembro 14, 2011
De Mykonos a Pamukkale
Saímos de Mykonos num vôo da Aegean Airlines rumo a Istanbul, com conexão em Atenas. No aeroporto de Atenas, tivemos um certo tempinho e fui na alfândega para receber um imposto de uma compra que havia feito em Atenas e dei com a cara na porta. A alfândega estava em greve por 48 horas! Bem, o imposto era de 66 euros e não dava pra deixar pra lá e a minha sorte que, ao final de toda minha viagem de 30 e poucos dias, eu ainda passaria pela Espanha, onde poderia receber meu VAT. Não podemos reclamar, pois foi a única hora que a crise na Grécia nos afetou.
Depois fomos até um McDonald's "almoçar" e, como sempre, pedimos um Big Mac , mas pra nossa tristeza, a atendente nos disse que tinha acabado a carne (hã?! acabou a carne do McDonald's do aeroporto internacional da capital grega? Como assim?) Bem, saímos da fila, fomos em outra lanchonete e então decidimos voltar ao McD e comer qualquer outro sanduíche. Aí a moça me reconheceu e falou: agora já tem carne!! Êba....vou poder comer Big Mac! Não entendi bulufas, mas tudo bem!
Nosso vôo saiu pra Istanbul às 14:00h, chegando às 15:30. Do avião já se vê a quantidade de minaretes que aquela cidade tem. Pra quem não sabe, minaretes são aquelas torres compridinhas das mesquitas, onde ficam os alto-falantes que chamam as pessoas pra rezar várias vezes ao dia.
O aeroporto de Istanbul é bem moderno e fácil de se locomover. O free shop é bem grandinho, mas os preços não são tão atrativos. O bom é que você pode experimentar várias delícias turcas grátis rsrs (brasileiro adora tirar vantagem de alguma coisa) . O Alê comprou cigarro Marlboro (10 maços por 26 euros...my God!).
Saímos do terminal internacional, trocamos um pouco de dinheiro na casa de câmbio e fomos até o terminal doméstico, que é ao lado, de onde pegamos um vôo às 18:00h da Turkish Airlines para Denizli, cidade com aeroporto mais próximo de Pamukkale. Nosso vôo acabou atrasando um pouco e chegamos em Denizli 19:30.
Do aeroporto saem ônibus modernos para a estação rodoviária da cidade, de onde se pega os dolmus (pequenas vans) que fazem o trajeto até Pamukkale. A viagem dura cerca de 40 a 60 minutos até a rodoviária. A passagem até a rodoviária custou TL 15,00 por pessoa.
Bem, quando estávamos quase chegando na rodoviária, o ônibus parou na estrada e o motorista disse pra gente descer pra ir pra Pamukkale. De cima do ônibus, vi uma van parada e logo pensei que era uma van da própria empresa e que ali era o ponto certo, mas o ônibus se foi e a tal van, na verdade, era privada. O motorista disse que era 10 TL por pessoa pra ir pra Pamukkale. Já fiquei brava e falei pra ele que tinha visto que custava 3 TL. Ele me disse que isso foi há 2 anos atrás e que agora, a nova rodoviária de Denizli ficava longe do centro e que não custava mais 3TL. Bem, claro que não acreditei, mas não tínhamos escolha: o que iríamos fazer sozinhos, no meio de uma estrada no interior da Turquia, `aquela hora da noite? Ou entrava na van ou entrava. Não tinha jeito! A questão não era pelo preço, afinal era cerca de R$ 10,00 por pessoa, mas o que eu odeio é ser feita de idiota por este povo que quer tirar vantagem de turista de todo jeito. A vantagem é que em menos de 10 minutos (cerca de 20 km) estávamos em Pammukale, na porta do hotel.
Nós ficamos no Hotel Pamukkale, que reservei pelo Booking.com. O hotel é super simples, mas muito limpo e super bem localizado.
Depois de deixarmos as coisas, saímos para dar umas voltinhas no centro e já olhar passagem para irmos pra Capadócia no dia seguinte. Há várias empresas de ônibus pra Goreme e Urgup, que saem somente à noite. Compramos no escritório da Pamukkale Tours, mas viajamos de Suha.
Ao sair do hotel, o que nos chamou a atenção foi a imensa montanha branca calcária no meio do nada, iluminada à noite e também a quantidade de água que escorre do morro e abastece toda a cidade. À medida que se anda pela cidade, ouve-se o som das quedas d'água termais que descem do monte. A piscina do nosso hotel estava enchendo com esta água. Água é o que não falta!
Após reconhecer o território, fomos jantar num restaurantinho-bar muito simpático, chamado Kayas Restaurant Bar, que inclusive é recomendado pelo guia Lonely Planet. Comemos um prato tipo picadinho de carne com cebolas, pimentões e tomates numa espécie de disco de arado, com arroz e pães, que estava uma delícia! Esta culinária turca é mesmo sensacional! Vou me dar bem (ou mal, se engordar demais) rsrs.
Moídos depois deste dia loooongo, fomos descansar para curtir o dia seguinte em Pamukkale!!!
| Comidinha turca no avião da Turkish. Esta salada foi uma das melhores ue já comi na vida! |
Bem, quando estávamos quase chegando na rodoviária, o ônibus parou na estrada e o motorista disse pra gente descer pra ir pra Pamukkale. De cima do ônibus, vi uma van parada e logo pensei que era uma van da própria empresa e que ali era o ponto certo, mas o ônibus se foi e a tal van, na verdade, era privada. O motorista disse que era 10 TL por pessoa pra ir pra Pamukkale. Já fiquei brava e falei pra ele que tinha visto que custava 3 TL. Ele me disse que isso foi há 2 anos atrás e que agora, a nova rodoviária de Denizli ficava longe do centro e que não custava mais 3TL. Bem, claro que não acreditei, mas não tínhamos escolha: o que iríamos fazer sozinhos, no meio de uma estrada no interior da Turquia, `aquela hora da noite? Ou entrava na van ou entrava. Não tinha jeito! A questão não era pelo preço, afinal era cerca de R$ 10,00 por pessoa, mas o que eu odeio é ser feita de idiota por este povo que quer tirar vantagem de turista de todo jeito. A vantagem é que em menos de 10 minutos (cerca de 20 km) estávamos em Pammukale, na porta do hotel.
Nós ficamos no Hotel Pamukkale, que reservei pelo Booking.com. O hotel é super simples, mas muito limpo e super bem localizado.
Depois de deixarmos as coisas, saímos para dar umas voltinhas no centro e já olhar passagem para irmos pra Capadócia no dia seguinte. Há várias empresas de ônibus pra Goreme e Urgup, que saem somente à noite. Compramos no escritório da Pamukkale Tours, mas viajamos de Suha.
Ao sair do hotel, o que nos chamou a atenção foi a imensa montanha branca calcária no meio do nada, iluminada à noite e também a quantidade de água que escorre do morro e abastece toda a cidade. À medida que se anda pela cidade, ouve-se o som das quedas d'água termais que descem do monte. A piscina do nosso hotel estava enchendo com esta água. Água é o que não falta!
Após reconhecer o território, fomos jantar num restaurantinho-bar muito simpático, chamado Kayas Restaurant Bar, que inclusive é recomendado pelo guia Lonely Planet. Comemos um prato tipo picadinho de carne com cebolas, pimentões e tomates numa espécie de disco de arado, com arroz e pães, que estava uma delícia! Esta culinária turca é mesmo sensacional! Vou me dar bem (ou mal, se engordar demais) rsrs.
Moídos depois deste dia loooongo, fomos descansar para curtir o dia seguinte em Pamukkale!!!
| E a conta vem neste bauzinho super fofo! |
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Ilhas Gregas - Mykonos: mais praia no último dia no paraíso...
Acordamos relativamente cedo e fomos levar roupa pra lavar no centro de Chora (nem tudo são flores na vida de viajantes). Lavamos uma máquina de roupa por 10 euros e pegamos à tarde, toda amassadinha passadinha.
Depois fomos sentido ao norte da ilha, mais precisamente à cidade de Ano Mera, uma cidadezinha que fica a 8 km de Chora, onde tem um famoso monastério datado de 1767 e alguma coisa, que fica no centro de uma pracinha rodeado de restaurantes e pequenas lojas de souvenirs e lembra muito cidadezinhas do interior do Brasil.
Antes, passamos pela praia de Ftalia, que não tem nada além de muito vento e muito lixo nas praias.
Depois, fomos passeando por outras praias bem bonitas por sinal; algumas até com uma certa infra-estrutura. Fomos em Kalafatis, Aghia Anna, Kalo Livadi e, por fim, Elia, onde paramos um pouco. A praia é linda e bem calminha. Como ainda era cedo, pudemos relaxar nas espreguiçadeiras carésimas "de grátis", até que veio uma mocinha perguntando se queríamos algo e demos o fora!
| Aghia Anna - foto internet |
| Kalo Livadi - foto internet |
| Kalafatis - foto internet |
| Praia de Elia |
O jeito foi voltar `a praia de Ornos, onde ficamos a parte da manhã descansando. Mais tarde, seguimos novamente para Platys Gialos, que foi a praia que mais gostamos e também, como disse no post anterior, a que eu passei uma raiva danada com um senhor grosso que não sabe nem um pouco cativar clientes. Bem, foi o seguinte, como boa brasileira que sou, estávamos na praia tomando cerveja Amstel geladíssima, a 1,5 euros 500 ml (é a long neck deles) e não queria sair dali pra enfiar em restaurante. Lá pelas tantas, queria um petisco e fomos ao restaurante próximo, chamado Atlantida. Ao entrar, já veio o tal senhor e eu disse que queria uma porção de lula. Ele disse que era pra eu entrar, me vestir e sentar. Eu disse que não queria sentar porque queria levar a lula pra praia e ele simplesmente me respondeu que não tinha serviço de praia (mesmo eu dizendo que eu pagaria na hora e levaria a maldita lula) e disse que era para eu ir no próximo restaurante. Eu não acreditei no que tinha ouvido! Até aquele momento, os gregos haviam sido super gentis e simpáticos e aquele idiota veio me tratando deste jeito, sem mais nem menos? Afff, aí falei algumas "palavrinhas" pra ele que ele não gostou e saí P da vida. A hora que o Alessandro entendeu o que estava acontecendo, começou a tirar sarro da minha cara e eu já P que estava, soltei os cachorros nele e quase fomos embora. Gerou um stress, mas eu não ia deixar aquele besta daquele homem estragar nossa última tarde nas ilhas gregas. Fui ao restaurante do lado, como ele mandou (chamado NOTOS, excelente por sinal), comprei uma lula de-li-ci-o-sa e passamos um dos melhores fins de tarde até o momento, rindo da situação. Passou um senegalês vendendo seus mafuás e fiquei horas conversando com ele, gastando meu francês que anda pra lá de bagdá de ruim rsrs. Dei meu cartão pra ele e falei pra ir pro Brasil. No fim, foi uma tarde ótima, apesar do gorducho quase tê-la. Então, fica a dica de onde não ir em Platys Gialos: Restaurante Atlântida!
De volta ao centro, fomos pegar nossas roupas e paramos para tirar fotos do visual de Chora vista de cima:
De noite, demos umas voltas por Chora (again) e voltamos ao Pasta Fresca pra jantar um belo spaghetti. Encontramos 2 casais brasileiros que estavam fazendo cruzeiro e haviam chegado em Mykonos naquela tarde e já iam embora à noite (que horrível! Por isso que cruzeiros não me apetecem). Ficamos jogando conversa fora até certa hora e depois voltamos pro hotel pra arrumar as malas porque o dia seguinte seria looongo. Viajaríamos o dia inteiro até chegar em Pammukale, no interior da Turquia, nosso próximo destino!!!
| Juro que não combinamos a roupa... |
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terça-feira, novembro 08, 2011
Ilhas Gregas: as mais belas praias de Mykonos
Em nosso segundo dia em Mykonos, fomos fazer um tour pelas praias do sudeste, que são as melhores.
Eu, muito ansiosa, já quis ir logo para a mais famosa, Super Paradise, mas àquela hora da manhã, não tinha ninguém na praia, já que tanto esta praia quanto Paradise, são mais famosas pelas baladas ao final de tarde e à noite. Nem os peixes tinham acordado ainda e eu lá... coisa de mineira viciada em praia rsrs
A praia, claro, é linda! Águas de um verde esmeralda lindo, transparente! Tiramos várias fotos e seguimos adiante, ou melhor, voltamos tudo e fomos para as praias mais perto de Chora para irmos numa sequência, já que a Super Paradise era uma das últimas.
Super Paradise:
Começamos por Ornos. Ahhhhh, o tipo de praia que eu gosto: sem onda nenhuma, tipo piscininha, mar claríssimo, areia fina, mas nem tanto, guarda-sóis de palha, um certo movimento ao redor. Pronto! Perfeito! “Garçom, traz a cerveja que aqui é meu lugar”... Ficamos ali um tempinho, tira foto pra lá, pra cima, pra baixo, de tudo quanto é jeito.
Ornos
Depois, era hora de conhecer mais coisas e fomos para Agios Ioannis, que tem um estilo de portinho, pequenininha, com um píer que avança para o mar ótimo para dar uns merglhos. Passamos por Kapari, que já tinha mais ondas pro meu gosto, mas ainda muito bonita.
Nenhuma destas duas tinha infraestrutura de bares e restaurantes, nem muito movimento de turistas. Nem paramos, só tiramos umas fotos e seguimos.
Agios Ioannis
Kapari
Aí fomos para Platis Giallos, melhor ainda que Ornos. Movimentada, cheia de bares, restaurantes, hotéis. Mar piscininha. Mas foi aqui também que passei a maior raiva da viagem, que conto mais tarde. Não por culpa da praia, mas por culpa de um homem grosso de um determinado restaurante! Aff!
Bem, a praia é linda. Muita gente, mulheres fazendo top less, mercadinhos na beira da praia que vendiam cerveja geladíssima a módicos 1,5 euros! Um achado!!! Muitos vendedores ambulantes senegaleses , que vendiam de tudo um pouco... Acho que gostamos mais desta que Ornos por ser um pouco mais animada! Compramos uns salgadinhos no mercado, várias cervejas e ficamos ali por um bom tempo curtindo o visual.
Platis Giallos
Ao lado dela, está também a famosa e badalada Psarou, reduto dos hotéis chics e de hóspedes abonados. Confesso que achei o ambiente meio caretinha, mas o visual da praia é sensacional!
Depois de Psarou, fomos para Paradise. Nessa praia, o point é o Tropicana Club, onde 2 moças ficam dançando em cima do balcão, para atrair clientes.
Paradise
Ficamos lá por um tempo, até quase o sol se por e fomos a Paranga, que já tem um ambiente mais jovial devido a um pool bar no local. Estava tocando MPB quando chegamos. Ficamos só um pouquinho para bater fotos e fomos para o hotel, pois a esta altura, já estávamos exaustos.
Paranga
Mas ainda tínhamos que sair à noite para jantar. Acabei achando um lugar lindo, que tinha visto inclusive foto na internet, mas achei por acaso, me enfiando naquelas ruas. No lugar tem 3 tavernas numa área aberta, uma do lado da outra, que são uma graça porque o lugar é cheio de bougainvilles...Escolhemos a Passagio, onde comemos uma bela bisteca de porco com batatas e saladas. Tomamos uma cervejinha e comi como uma rainha rsrs. Depois fomos andar ppor Chora `a noite e fomos descansar...
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